DADOS PRINCIPAIS:
ÁREA: 372.819 km²
CAPITAL DO JAPÃO: Tóquio
POPULAÇÃO: 127,9 milhões (estimativa 2011)
MOEDA DO JAPÃO: iene
NOME OFICIAL: Japão ( Nippon )
NACIONALIDADE: japonesa
DATA NACIONAL: 11 de fevereiro (fundação do país); 23 de dezembro (aniversário do imperador).
GEOGRAFIA DO JAPÃO:
MAPA DO JAPÃO
LOCALIZAÇÃO: leste da Ásia
FUSO HORÁRIO: + 12 horas em relação à Brasília
CLIMA DO JAPÃO : temperado continental (Norte) e subtropical (Sul)
CIDADES DO JAPÃO (PRINCIPAIS): Tóquio, Osaka; Yokohama, Nagoya, Sapporo, Kyoto, Kobe.
COMPOSIÇÃO DA POPULAÇÃO: japoneses 98,5%, coreanos 0,5% , chineses 0,4% outros 0,6% (dados de 2004)
IDIOMAS: japonês (oficial)
RELIGIÃO: xintoísmo (83,9%), budismo (71,4%), cristianismo (2%), outras (7,8%) - * o total excede 100% porque muitos japoneses seguem o xintoísmo e o budismo. (ano de 2005)
DENSIDADE DEMOGRÁFICA: 337 hab./km2
Informações sobre a Geografia do Japão
Localização Geográfica: Ásia Oriental
Coordenadas Geográficas: 36 00 N, 138 E 00
Limites geográficos: Mar do Japão (oeste), Oceano Pacífico (leste), Mar das Filipinas (sul) e Mar de Okhotsk (norte).
Área: 372.819 km²
Fronteiras com os seguintes países: por se tratar de um arquipélago (conjunto de ilhas), o Japão não tem fronteiras terrestres.
Extenção do litoral: 29.751 km
Clima: temperado frio no norte e subtropical no sul.
Relevo: dobramentos modernos em grande parte do território com forte presença de atividades vulcânicas. Presença de planíceis litorâneas.
Ponto mais baixo: Hachiro Gata-m (-4 metros)
Ponto mais alto: Monte Fuji (3.776 metros)
Principais recursos naturais: xxxxxx
Uso da terra: terra arável (11,64%), culturas permanentes (0,9%) e outros (87,46%)
Principais rios: rio Shinano, Teshio e Ishikari.
Perigos Naturais: forte atividade vulcânica; existência de terremotos e tsunamis.
Principais problemas ambientais: poluição do ar nos grandes centros urbanos, chuva ácida e esgotamento de peixes em função da grande demanda para o consumo.
Informações sobre a População do Japão
População: 127,9 milhões (estimativa 2011)
Grupos étnicos: japoneses 98,5%, coreanos 0,5% , chineses 0,4%, outros 0,6% (dados de 2004)
Línguas: japonês (oficial)
Religiões: xintoísmo (83,9%), budismo (71,4%), cristianismo (2%), outras (7,8%) - * o total excede 100% porque muitos japoneses seguem o xintoísmo e o budismo. (ano de 2005)
Estrutura etária:
0 a 14 anos: 13,1%
15 a 64 anos: 64%
65 anos ou mais: 22,9% (estimativa 2011)
Idade média da população: total: 44,8 anos / homens: 43,2 anos / mulheres: 46,7 anos (estimativa 2011)
Taxa de crescimento populacional: - 0,278% por ano (estimativa 2011)
Taxa de natalidade: 7,31 nascimentos por 1000 habitantes (estimativa 2011)
Taxa de mortalidade: 10,09 mortes por 1000 habitantes (estimativa 2011)
Taxa de mortalidade infantil: 2,78 mortes por 1000 nascidos vivos (estimativa 2011)
Taxa de migração: 0 por 1000 habitantes (estimativa 2011)
Urbanização: 67% da população total (ano de 2011)
Expectativa de vida: 82,25 anos (estimativa 2011)
Taxa de fecundidade: 1,21 filhos por mulher (estimativa 2011)
Índice de Alfabetização: 99% da população (dados de 2002)
HINO DO JAPÃO:
Kimi ga Yo (geralmente traduzido como "Reino Imperial") é o hino nacional do Japão, e também um dos hinos nacionais mais curtos do mundo ainda em uso. A letra é baseada num poema Waka escrito no Período Heian (de autor desconhecido), enquanto que a melodia foi composta na Era Meiji, também de autor desconhecido. O termo kimi é uma antiga e inusada palavra que significa "nosso senhor" e refere-se ao Imperador do Japão, mas durante este mesmo período (e quando a letra foi escrita), kimi significava "meu amado" ou simplesmente "você", que é o atual significado. A idéia de que seixos pudessem crescer de rochas era popular no domínio Heian do Japão.
AMOSTRA DO HINO DO JAPÃO:
LOCALIZAÇÃO E SUPERFÍCIE:
Com
uma superfície de 377.887 km2, o Japão está situado no extremo leste do
continente asiático. O país se separa da República Popular da China, a
sudoeste, pelo Mar da China; da Rússia, Coréia do Norte e Coréia do Sul,
a oeste, pelo Mar do Japão; e das ilhas russas de Sakhalin e Kurilas, a
norte e nordeste, respectivamente, pelo Estreito de La Pérouse (Soya), o
Mar de Okhotsk e o Estreito de Nemuro. Toda a costa leste do Japão é
banhada pelo Oceano Pacífico.
POTENCIALIDADES ECONÔMICOS:
Um
país que foi praticamente destruído durante a 2ª Guerra Mundial
conseguiu a façanha de se tornar a maior potência tecnológica do
planeta. A partir dos anos 50, milhares de pequenos fabricantes
japoneses criaram a base da indústria eletrônica mundial e tornaram-se
marcas respeitadas no mundo inteiro.
| Terceira colocação no Ranking de Potência econômica. |
PRINCIPAIS PONTOS TURÍSTICOS E CULTURAIS DO JAPÃO:
O Japão é um país que se destaca pelas várias atrações turísticas voltadas, principalmente, para a História, Arte e Cultura. Em função de sua rica história e do bom desenvolvimento sócio-econômico, podemos encontrar em seu território, locais que atendem ao gosto de vários tipos de turistas. São muitos museus, parques, monumentos históricos, galerias de arte, belezas naturais, arquitetura antiga, etc.
Shinjuku Gyoen foi construída no local de uma mansão privada pertencente ao Senhor Naito, um "daimyo" (senhor feudal) da era Edo. Concluído em 1906 como um jardim imperial, foi re-designado como um jardim nacional após a Segunda Guerra Mundial e foi aberto ao público. Com 58,3 hectares (144 acres) de tamanho e uma circunferência de 3,5 km, que combina três estilos distintos, Jardim Formal Francês, Inglês Jardim Paisagem e jardim tradicional japonês, e é considerado um dos mais importantes jardins da era Meiji.
Sentado à boca da Baía de Osaka é a enorme Tempozan Roda Gigante, anteriormente a maior roda e mais tecnologicamente avançado de observação do mundo (agora ultrapassada pela ainda mais maciça British Airways London Eye).
Em Yokohama:
Yokohama Zoo ''Zoorasia''
Este zoo único emprega como algumas cercas possíveis, para que os visitantes possam ver os animais que vivem em um ambiente semelhante ao seu habitat natural. O zoológico é dividido em zonas de climas diferentes, como Asian Floresta Tropical, Subarctic Floresta, Floresta Amazônica, Campo japonês e Floresta Tropical Africano. Existe também um parque de grama e "Floresta Wanpaku" com equipamentos de jogo. O zoológico também inclui uma instalação fechada, Yokohama Breeding Center, que foi fundada com o objetivo de pesquisar a vida selvagem e contribuindo para a preservação de espécies raras.
Em Kyoto:
Myoshinji Temple
Myoshinji é o templo principal da escola Myoshinji com mais de 3000 templos filiados e chama-se o maior de todos os templos zen. Myoshinji foi fundada em 1337 quando o imperador abdicou teve uma vila imperial convertido em um templo zen.
Os principais edifícios de Myoshinji estão localizados perto do portão sul do templo, perto da Estação Hanazono. Situado em uma linha um após o outro são o Sanmon Gate, o Butsuden Hall, o Hatto Municipal e do edifício Ohojo. O Sanmon Gate e Butsuden Municipal são ambas consideradas importantes propriedades culturais, mas só podem ser observados a partir do exterior.
Os
costumes japoneses podem ser considerados estranhos aos brasileiros. Há
diferenças um tanto complexas entre os costumes da sociedade japonesa e
a brasileira. O que é normal e natural entre nós, brasileiros, pode ser
considerado incompreensível ou mesmo absurdo entre os japoneses.
Linguagem - Na sociedade japonesa é muito importante o uso correto de linguagem na relação entre superior e subordinado. O subordinado deve usar sempre uma linguagem mais polida. Já o superior poderá utilizar uma linguagem coloquial.
Nomes - Deve-se chamar outra pessoa sempre pelo sobrenome, seguido do sufixo san, que quer dizer senhor, senhora ou senhorita. Normalmente usa-se o nome ou apelido somente quando se tem autorização da pessoa para fazê-lo.
Cartões de visita - No Japão, a troca de cartões de visita (meishi) no primeiro encontro de negócios entre duas pessoas é praticamente obrigatório. O próprio impresso serve para esclarecer o cargo e a posição hierárquica da pessoa. Um detalhe ao qual os brasileiros às vezes não dão atenção: o meishi deve ser entregue com as duas mãos e quem o recebe deve fazer o mesmo. Ele não deve ser dobrado ou usado para anotações, mas conservado à vista durante todo o encontro.
Celulares - Muitos costumes milenares do Pais do Sol Nascente tem sido transmitidos de geração para geração, recebendo as adaptações necesssárias a cada época. Nos últimos tempos, uma mania nacional vem causando polêmica entre os passageiros de trens: o uso do telefone celular. Segundo reportagem veiculada pela rede de TV NHK, os conservadores defendem o silêncio sagrado nos vagões, considerado uma espécie de extensão de sua sala de estar. Já os contestadores não querem perder tempo se podem ficar ligados com o mundo, mesmo que seja pela Internet ou para jogar games enquanto viajam nos denshas (trens).
BANDEIRA:
A bandeira do Japão tem um formato retangular branco com um grande disco vermelho (representando o sol) no centro, e é oficialmente denominada Nisshōki (“bandeira do sol”) em japonês, embora seja mais comumente conhecida como Hinomaru ("disco solar").
VESTUARIO:
O
vestuário japonês distingue o Japão de todos os outros países do mundo.
A palavra japonesa kimono significa "algo que alguém veste" e ele é a
roupa tradicional do Japão. Originalmente, a palavra kimono era usada
para todos os tipos de roupa, mas com o passar do tempo, ela passou a se
referir especificamente ao vestido longo também conhecido como
"naga-gi", significando "longo vestido", que é ainda hoje usado em
algumas ocasiões especiais por mulheres, homens e crianças. Kimono e
todos os outros itens do vestuário tradicional japonês são conhecidos
coletivamente como "wafuku", que significa “roupas japonesas, em
oposição à “yofuku” (vestiário ocidental)”. Existe uma grande variedade
de cores, estilos e tamanhos. Os homens geralmente usam cores mais
escuras, enquanto mulheres tender a usar cores mais brilhantes e,
especialmente para mulheres mais jovens, frequentemente com desenhos
florais ou abstratos.O Japão também possui diferentes calçados:O tabi, é
um calçado que cobre o tornozelo e é frequentemente usado com o kimono.
Eles costumam ser usado com a “gueta”, outro tipodecalçado. O gueta é
uma sandália montada em blocos de madeira, presa ao pé porumpedaço de
tecido que se fixa entre os dedos. Ele é usado por homens e mulheres,
com kimono ouyukata.Roupas Japonesas As roupas que se vê nos animes
(desenhos japoneses), mangas (gibi de japa) e clipes são realmente
verdadeiras e as pessoas usam no dia dia sem problemas, no Japão cada um
tem seu estilo, não precisa ficar quebrando muito a cabeça, eles não te
olham, nem encaram da cabeça aos pés pelo que esta vestindo.Pode-se
misturar tendências, cores, estampas, tecidos, acessórios
assim sem medo, existem diversas "tribos" como em qualquer lugar do
mundo; entretanto a maioria se veste como bem entender, saia de casa de
listras com bolinhas, xadrez com estampas, roupas com detalhesinfantis,
fazer um mix de tecidos por essas bandas é super normal.,
A
ocupação do Japão remonta ao Paleolítico Superior quando povos
nômadescaçador-coletores chegaram às ilhas nipônicas através de istmos.
Os primeiros artefatos japoneses em pedra lascada datam dessa época, e
as de pedra polida datam de 30 000 a.C., consideradas as mais antigas do
mundo. Em 1985 historiadores, arqueólogos e cientistas realizaram
estudos dos monumentos megalíticos submersos em Yonaguni, onde
realizaram estudos para a sua datação. Chegaram à conclusão que os
monumentos têm mais de 11 000 anos de idade.
Os primeiros habitantes do Japão são Ainos que ocuparam o arquipélago desde 300 mil a.C. Os ancestrais dos Jomon ocuparam as ilhas japonesas desde 14 mil a.C. Através da cerâmica assume-se que os Jomom eram semi-sedentários e tenham seguido uma religião politeísta, baseada no culto de elementos da natureza. Por volta de 200 a.C. a cultura Yayoi, com origens em Lago Baikal, migrou para o Japão, trazendo consigo novas influências culturais: agricultura, metalurgia, espelhos e bronze. A cultura Yayoi espalhou-se para a ilha principal de Honshu, absorvendo a cultura nativa Jomon. O período Yayoi foi o marco inicial da cultura de arroz em socalcos e do surgimento de um novo estilo de arte e cultura japonesa. De acordo com a tradição mítica, o primeiro Mikado (Imperador) japonês teria sido Jimmu Tenno, fundador da dinastia em 660 a.C.
Cerejeiras transformam a paisagem e até comportamentos típicos do Japão
Japoneses lotam parques, praças e até cemitérios para apreciar as flores.
Beleza das árvores diminui o ritmo de vida na cidade e muda a paisagem.
Todos os anos, durante apenas uma semana, o Japão fica coberto de flores de cerejeiras e os japoneses saem às ruas para comemorar o espetáculo. Essa tradição é conhecida como Hanami. Durante uma semana, as flores transformam o Japão. A margem do rio desaparece e os prédios ficam em segundo plano. Os contornos das avenidas são mais suaves. Ninguém tem pressa Quando passa por um túnel formado pelas copas das cerejeiras. Os japoneses também mudam. A preocupação com o trabalho fica de lado, o importante é sair para a rua antes que o espetáculo acabe. A paciência para enfrentar multidões é a mesma, mas com tanta gente, os guardas têm mais trabalho. Todos os japoneses saem à caça do ângulo perfeito. São tantas pessoas tirando foto, que mal dá para ver a paisagem. O barquinho leva japoneses e turistas bem perto das flores, que ficam no jardim do palácio imperial. O passeio é imperdível para casais de namorados. Dá trabalho remar até lá, mas a lembrança daquele momento ficará registrada para sempre. Cada centímetro embaixo das cerejeiras é disputado para uma outra tradição, chamada Hanami, ou apreciar a beleza das flores, fazendo um piquenique. Qualquer lugar coberto por sakuras se transforma em ponto turístico, até o cemitério. Tem até piquenique no cemitério. Os japoneses estendem as toalhas no meio das lápides. A administração já tentou impedir os piqueniques com placas que avisam que é proibido fazer festas no cemitério. Essa é a prova de que as cerejeiras mudam tudo. Até o hábito dos japoneses de seguir regras à risca.
O Japão é um país que se destaca pelas várias atrações turísticas voltadas, principalmente, para a História, Arte e Cultura. Em função de sua rica história e do bom desenvolvimento sócio-econômico, podemos encontrar em seu território, locais que atendem ao gosto de vários tipos de turistas. São muitos museus, parques, monumentos históricos, galerias de arte, belezas naturais, arquitetura antiga, etc.
Em Tóquio:
Shinjuku Gyoen National Garden
Shinjuku Gyoen foi construída no local de uma mansão privada pertencente ao Senhor Naito, um "daimyo" (senhor feudal) da era Edo. Concluído em 1906 como um jardim imperial, foi re-designado como um jardim nacional após a Segunda Guerra Mundial e foi aberto ao público. Com 58,3 hectares (144 acres) de tamanho e uma circunferência de 3,5 km, que combina três estilos distintos, Jardim Formal Francês, Inglês Jardim Paisagem e jardim tradicional japonês, e é considerado um dos mais importantes jardins da era Meiji.
Em Osaka:
Tempozan Ferris Wheel
Tempozan Ferris Wheel
Sentado à boca da Baía de Osaka é a enorme Tempozan Roda Gigante, anteriormente a maior roda e mais tecnologicamente avançado de observação do mundo (agora ultrapassada pela ainda mais maciça British Airways London Eye).
São
112,5 metros de altura, tem 60 carros de oito passageiros (para uma
capacidade máxima de 480 pessoas), além de primeira "fogos de artifício
foguete" padrão de iluminação do mundo, com iluminações de 100 metros de
diâmetro. Dispõe também de primeira transmissão do mundo de
informações sobre o tempo de iluminação de 100 metros de diâmetro.
Yokohama Zoo ''Zoorasia''
Este zoo único emprega como algumas cercas possíveis, para que os visitantes possam ver os animais que vivem em um ambiente semelhante ao seu habitat natural. O zoológico é dividido em zonas de climas diferentes, como Asian Floresta Tropical, Subarctic Floresta, Floresta Amazônica, Campo japonês e Floresta Tropical Africano. Existe também um parque de grama e "Floresta Wanpaku" com equipamentos de jogo. O zoológico também inclui uma instalação fechada, Yokohama Breeding Center, que foi fundada com o objetivo de pesquisar a vida selvagem e contribuindo para a preservação de espécies raras.
Em Kyoto:
Myoshinji Temple
Myoshinji é o templo principal da escola Myoshinji com mais de 3000 templos filiados e chama-se o maior de todos os templos zen. Myoshinji foi fundada em 1337 quando o imperador abdicou teve uma vila imperial convertido em um templo zen.
Os principais edifícios de Myoshinji estão localizados perto do portão sul do templo, perto da Estação Hanazono. Situado em uma linha um após o outro são o Sanmon Gate, o Butsuden Hall, o Hatto Municipal e do edifício Ohojo. O Sanmon Gate e Butsuden Municipal são ambas consideradas importantes propriedades culturais, mas só podem ser observados a partir do exterior.
COSTUMES JAPONESES:
Linguagem - Na sociedade japonesa é muito importante o uso correto de linguagem na relação entre superior e subordinado. O subordinado deve usar sempre uma linguagem mais polida. Já o superior poderá utilizar uma linguagem coloquial.
Nomes - Deve-se chamar outra pessoa sempre pelo sobrenome, seguido do sufixo san, que quer dizer senhor, senhora ou senhorita. Normalmente usa-se o nome ou apelido somente quando se tem autorização da pessoa para fazê-lo.
Cartões de visita - No Japão, a troca de cartões de visita (meishi) no primeiro encontro de negócios entre duas pessoas é praticamente obrigatório. O próprio impresso serve para esclarecer o cargo e a posição hierárquica da pessoa. Um detalhe ao qual os brasileiros às vezes não dão atenção: o meishi deve ser entregue com as duas mãos e quem o recebe deve fazer o mesmo. Ele não deve ser dobrado ou usado para anotações, mas conservado à vista durante todo o encontro.
Celulares - Muitos costumes milenares do Pais do Sol Nascente tem sido transmitidos de geração para geração, recebendo as adaptações necesssárias a cada época. Nos últimos tempos, uma mania nacional vem causando polêmica entre os passageiros de trens: o uso do telefone celular. Segundo reportagem veiculada pela rede de TV NHK, os conservadores defendem o silêncio sagrado nos vagões, considerado uma espécie de extensão de sua sala de estar. Já os contestadores não querem perder tempo se podem ficar ligados com o mundo, mesmo que seja pela Internet ou para jogar games enquanto viajam nos denshas (trens).
BANDEIRA:
A bandeira do Japão tem um formato retangular branco com um grande disco vermelho (representando o sol) no centro, e é oficialmente denominada Nisshōki (“bandeira do sol”) em japonês, embora seja mais comumente conhecida como Hinomaru ("disco solar").
VESTUARIO:
| Uma criança usando um kimono. |
| Meninas vestidas da lolita. |
| Partes do Kimono. |
História do Kimono:
A
ilustração à cima mostra como o design do quimono tem mudado ao longo dos
séculos. No período Nara (710-94), uma peça chamada kosode (mangas pequenas) foi usado, inicialmente, como roupa de
baixo e mais tarde como um vestuário exterior, tanto por homens e mulheres. A
peça tornou-se conhecido como um quimono do século 18. Embora hoje muito menos
comum do que costumava ser, é provável que um turista veja pelo menos uma
destas peças de vestuário durante a sua estadia.
As
mulheres usam quimono quando participam de artes tradicionais, tais como uma
cerimônia do chá ou ikebana. Meninas e mulheres
jovens, solteiras usam Furisode,
um estilo colorido de quimono com mangas compridas e amarradas com obi com uma
cor brilhante (faixa). Kimono feito em tecido com motivos geométricos simples,
chamado Komon Edo, são mais
simples e casuais. Nos casamentos,
os noivos, muitas vezes, passam por diversas trocas no figurino. Um deles é a
noiva vestir um shiromuku, um
kimono pesado, com bordado branco e uma peruca elaborada. O noivo veste
um quimono preto de seda que leva o brasão da família, hakama (saia pregueada) e meias pretas compridas chamado haori. Ocasionalmente são usados
ternos ocidentais em pessoas do sexo masculino durante a cerimônia do
casamento.
Para
funerais, tanto homens como mulheres usam quimono preto liso. Muitas vezes é
difícil dizer se um cara está indo para um casamento ou um funeral, exceto pela
gravata, que é branca para casamentos e preta para funerais. Em janeiro de cada
ano, jovens de 20 anos comemoram o dia
da Maioridade. Outras ocasiões, que se veste quimono incluem Ano Novo ,cerimônias de formatura e Shichi-go-san para as crianças. Tradicionalmente, a arte de vestir um quimono era passado de mãe para filha,
mas as escolas nestes dias especiais ensinam as técnicas necessárias. A
primeira coisa é colocar a tabi
(meias brancas de algodão), depois coloca-se a roupa interior, um kimono
branco, de algodão, chamado nagajuban,
que é amarrado com um cinto datemaki,
e finalmente o kimono, com o
lado superior esquerdo à direita (direita para a esquerda só é utilizado quando
veste um cadáver para o enterro) e amarrado com o obi. Sobre o nagajuban, tem a haneri (colar), que fica dentro da
gola do quimono. É uma forma de chamar a atenção ao pescoço, considerada a
parte mais sensual da mulher que veste um quimono. Nos pés, sandálias zori, feitas de palha, são geralmente
usadas.
Os Kimonos são tradicionalmente feitas de
tecidos de seda, mas os de lã ou sintéticos, são usados durante os meses mais
frios. Yukata (quimonos de algodão) são usados por homens e mulheres durante
os meses de verão e após o banho em onsen
(resorts de fontes termais) e Ryokan
(pousadas tradicionais). Muitas vezes elas são usadas com geta, calçado de madeira.
Originalmente usado para a casa de banho da classe alta e feito de algodão
branco liso, yukata se tornou popular entre as pessoas comuns. Hoje, yukatas
coloridas são comuns em festivais de verão e fogos de artifício, principalmente
para mulheres jovens e crianças.
Colonização do Japão:
| Povo indígena do Japão, Ainos em 1904. |
Os primeiros habitantes do Japão são Ainos que ocuparam o arquipélago desde 300 mil a.C. Os ancestrais dos Jomon ocuparam as ilhas japonesas desde 14 mil a.C. Através da cerâmica assume-se que os Jomom eram semi-sedentários e tenham seguido uma religião politeísta, baseada no culto de elementos da natureza. Por volta de 200 a.C. a cultura Yayoi, com origens em Lago Baikal, migrou para o Japão, trazendo consigo novas influências culturais: agricultura, metalurgia, espelhos e bronze. A cultura Yayoi espalhou-se para a ilha principal de Honshu, absorvendo a cultura nativa Jomon. O período Yayoi foi o marco inicial da cultura de arroz em socalcos e do surgimento de um novo estilo de arte e cultura japonesa. De acordo com a tradição mítica, o primeiro Mikado (Imperador) japonês teria sido Jimmu Tenno, fundador da dinastia em 660 a.C.
Imperador Jimmu
Os japoneses são descendentes dos povos Jomon, Yayoi e Ainos. Os ancestrais dos Jomon ocuparam o arquipélago desde 14 mil a.C. As evidências arqueológicas mais antigas dos Yayoi são estimados em 300 a.C. Estes dois grupos ancestrais distintos vieram ao Japão por rotas diferentes em épocas diferentes. Os Ainos, habitantes nativos do Japão ocuparam o arquipélago desde 300 mil a.C.As evidências arqueológicas sugerem que povo Yayoi migrou do Lago Baikal para o Japão através da Península Coreana, trazendo consigo novas influências culturais.Imigrantes vindos do continente imigrantes de antigos impérios extintos do continente - trouxeram consigo novas influências culturais que caracterizam a cultura do Japão. Recentes estudos arqueológicos sugerem semelhanças genéticas entre os povos do Japão, Manchúria, Coreia, Tibete e primam diferenças com o resto da Ásia. Com base nestes resultados, conclui-se que 70% dos japoneses têm origens na Ásia Setentrional e muitoprovavelmente na área do Lago Baikal.
Os japoneses são descendentes dos povos Jomon, Yayoi e Ainos. Os ancestrais dos Jomon ocuparam o arquipélago desde 14 mil a.C. As evidências arqueológicas mais antigas dos Yayoi são estimados em 300 a.C. Estes dois grupos ancestrais distintos vieram ao Japão por rotas diferentes em épocas diferentes. Os Ainos, habitantes nativos do Japão ocuparam o arquipélago desde 300 mil a.C.As evidências arqueológicas sugerem que povo Yayoi migrou do Lago Baikal para o Japão através da Península Coreana, trazendo consigo novas influências culturais.Imigrantes vindos do continente imigrantes de antigos impérios extintos do continente - trouxeram consigo novas influências culturais que caracterizam a cultura do Japão. Recentes estudos arqueológicos sugerem semelhanças genéticas entre os povos do Japão, Manchúria, Coreia, Tibete e primam diferenças com o resto da Ásia. Com base nestes resultados, conclui-se que 70% dos japoneses têm origens na Ásia Setentrional e muitoprovavelmente na área do Lago Baikal.
Cerejeiras transformam a paisagem e até comportamentos típicos do Japão
Japoneses lotam parques, praças e até cemitérios para apreciar as flores.
Beleza das árvores diminui o ritmo de vida na cidade e muda a paisagem.
Todos os anos, durante apenas uma semana, o Japão fica coberto de flores de cerejeiras e os japoneses saem às ruas para comemorar o espetáculo. Essa tradição é conhecida como Hanami. Durante uma semana, as flores transformam o Japão. A margem do rio desaparece e os prédios ficam em segundo plano. Os contornos das avenidas são mais suaves. Ninguém tem pressa Quando passa por um túnel formado pelas copas das cerejeiras. Os japoneses também mudam. A preocupação com o trabalho fica de lado, o importante é sair para a rua antes que o espetáculo acabe. A paciência para enfrentar multidões é a mesma, mas com tanta gente, os guardas têm mais trabalho. Todos os japoneses saem à caça do ângulo perfeito. São tantas pessoas tirando foto, que mal dá para ver a paisagem. O barquinho leva japoneses e turistas bem perto das flores, que ficam no jardim do palácio imperial. O passeio é imperdível para casais de namorados. Dá trabalho remar até lá, mas a lembrança daquele momento ficará registrada para sempre. Cada centímetro embaixo das cerejeiras é disputado para uma outra tradição, chamada Hanami, ou apreciar a beleza das flores, fazendo um piquenique. Qualquer lugar coberto por sakuras se transforma em ponto turístico, até o cemitério. Tem até piquenique no cemitério. Os japoneses estendem as toalhas no meio das lápides. A administração já tentou impedir os piqueniques com placas que avisam que é proibido fazer festas no cemitério. Essa é a prova de que as cerejeiras mudam tudo. Até o hábito dos japoneses de seguir regras à risca.
CULINÁRIA JAPONESA:
A culinária japonesa desenvolveu-se ao longo dos séculos como um resultado de muitas mudanças políticas e sociais no Japão. A culinária eventualmente passou por um processo de evolução com o advento da Idade Média, que marcou o início da expansão do elitismo com a era do domínio Xogum. No começo da era moderna, mudanças significantes ocorreram, resultando na introdução de elementos de culturas não-japonesas, principalmente da cultura ocidental, no Japão.
Um prato de uma refeição Kaiseki completa, mostrando o cuidado na arrumação dos alimentos.
A culinária tradicional japonesa é dominada pelo arroz branco (hakumai, 白米), e poucas refeições seriam completas sem ele. Qualquer outro prato servido durante uma refeição - peixe, carne, legumes, conservas - é considerado como um acompanhamento, conhecido como okazu. É utilizado um tipo de talher diferente, denominado hashi. Originário da China, consiste em dois pequenos bastões de madeira, plástico ou metal.
As refeições tradicionais recebem seu nome de acordo com o número de acompanhamentos que vêm junto do arroz e da sopa. A refeição japonesa mais simples, por exemplo, consiste de ichijū-issai (一汁一菜; "uma sopa, um acompanhamento" ou "refeição de um prato"). Isto quer dizer que a refeição é composta de sopa, arroz e de algum acompanhamento — normalmente um legume em conserva. O pequeno-almoço ou café da manhã japonês tradicional, por exemplo, normalmente é constituído de missoshiru (sopa de pasta de soja), arroz e algum legume em conserva. A refeição mais comum, entretanto, é conhecida por ichijū-sansai (一汁三菜; "uma sopa, três acompanhamentos"), ou por sopa, arroz e três acompanhamentos, cada um empregando uma técnica de culinária diferente. Estes acompanhamentos normalmente são peixe cru (sashimi), um prato frito e um prato fermentado ou cozido no vapor — ainda que pratos fritos, empanados ou agri-doces podem substituir os pratos cozidos. O Ichijū-sansai normalmente se encerra com conservas como o umeboshi e chá verde.
Esta visão japonesa de uma refeição é refletida na organização dos livros de culinária japoneses. Os capítulos são sempre ordenados de acordo com os métodos culinários: alimentos fritos, alimentos cozidos e alimentos grelhados, por exemplo, e não de acordo com os ingredientes em particular (ex.: galinha ou carne) como são nos livros ocidentais. Também podem existir capítulos dedicados a sopas, sushi, arroz etc.
Como o Japão é uma nação insular, seu povo consome muitos frutos do mar, além de peixe e outros produtos marinhos (como algas). Mesmo não sendo conhecido como um país que come muita carne, poucos japoneses se consideram vegetarianos. Carne e galinha são comumente inseridos na culinária do cotidiano.
O macarrão, originado na China, também é uma parte essencial da culinária japonesa. Existem dois tipos tradicionais de macarrão, o sobá e udon. Feito de farinha de centeio, o soba (蕎麦) é um macarrão fino e escuro. O udon (うどん), por sua vez, é feito de trigo branco, sendo mais grosso. Ambos são normalmente servidos com um caldo de peixe aromatizado com soja, junto de vários vegetais. Uma importação mais recente da China, datando do início do século XIX, vem o ramen (ラーメン; macarrão chinês), que se tornou extremamente popular. O Ramen é servido com uma variedade de tipos de sopa, indo desde os molhos de peixe até manteiga ou porco.
Ainda que muitos japoneses tenham desistido de se alimentarem de insetos, ainda existem exceções. Em algumas regiões, gafanhotos (inago) e larvas de abelha (hachinoko) não são pratos incomuns. Lagartos também são comidos em alguns lugares.
Pratos para ocasiões especiais:
Na tradição japonesa, alguns pratos estão fortemente ligados a uma comemoração ou evento. As principais combinações deste tipo incluem:
• Mochi - Festival de Mochitsuki Okotania(passagem de ano)
• Osechi - Ano Novo.
• Hamo (um tipo de peixe) e somen - Festival de Gion.
• Sekihan, arroz cozido com azuki - celebrações em geral.
• Soba - Véspera do Ano Novo. Neste caso é chamado de toshi koshi soba (literalmente "soba da passagem de ano").
Temperos japoneses:
Em geral, considera-se que não é possível preparar autêntica comida japonesa sem shōyu (molho de soja), miso e dashi.
• Shō-yu (molho de soja), dashi, mirin, açúcar, Vinagre de arroz, miso, sake.
• Kombu, katsuobushi, niboshi.
• Negi (cebolinha), cebolas, alho, nira (alho poró br.),(alho-porro ou alho françês pt.) rakkyo (um tipo de chalota)
• Gergelim ou sésamo em sementes, óleo ou sal, gomashio, furikake.
• Wasabi (e uma imitação do wasabi horseradish), mostarda, pimenta vermelha, gengibre, folhas de shiso, sansho, e raspas de limão.
Pratos japoneses famosos:
#Agemono (Frituras):
• Karaage - Fritos de carne ao estilo japonês, geralmente carne de galinha condimentada com molho de soja. É apreciada e consumida pelos japoneses durante todo o ano. Consiste em pequenos pedaços de carne previamente marinados em molho de soja, alho e gengibre e posteriormente fritos em bastante óleo e acompanhados por um gomo de limão ou maionese.
• Korokke (croquete) - bolas de puré de batata recheadas com vegetais cremosos, frutos do mar ou carnes e depois fritas
• Kushiage - carne fritas em espeto
• Tempura - vegetais em pedaços, frutos do mar e carnes fritas
• Tonkatsu - costeleta da carne de porco panado frita(versão com galinha chamada de chicken katsu).
• Donburi - tigela de arroz com carne, peixe, vegetais ou outros ingredientes.
• Katsudon - costeleta de porco empanada (tonkatsudon), chicken (frango -katsudon) ou peixe (e.g., magurodon)
• Oyakodon - (Pai e Criança) Normalmente frango e ovo mas algumas vezes salmão e ovas de salmão
• Gyūdon - tigela de arroz com lascas de carne de vaca temperada
#Yakimono (Grelhados)
• Gyoza - Bolinhos chineses (potstickers), normalmente recheados com carne de porco e vegetais.
• Hamachi Kama - osso da bochecha , maxilar e cauda de atum amarela grelhada
• Kushiyaki - Espetadas de carne e vegetais
• Okonomiyaki - bolos fritos passados por polme com saborosas coberturas (veja também Okonomiyaki restaurants)
• Omu-Raisu - i.e. "omelete de arroz", sanduíche de arroz frito com aroma de ketchup com uma leve cobertura de ovo batido ou coberta com uma omelete de ovo
• Omu-Soba - uma omolete com yakisoba como seu recheio
• Takoyaki - um bolinho espiral passado no polme e frito com um pedaço de polvo dentro
• Teriyaki - carne, peixe frango ou vegetais abrilhantados com molho de soja doce grelhado, panado
• Unagi, incluindo kabayaki - enguia grelhada e aromatizada
• Yakiniku - carne grelhada numa espécie de chapa, ou simplesmente churrasco
• Yakisoba - massas fritas ao estilo japonês
• Yakitori - espetadas de frango
#Nabemono (Cozidos em vapor):
• Sukiyaki - mistura de massas, carne de vaca finamente fatiada, ovo e vegetais fervidos num molho especial feito de caldo de peixe,molho se soja , açúcar e saquê
• Shabu-shabu -massas, vegetais e camarão ou carne de vaca finamente fatiada fervidos num molho leve e mergulhados em soja ou molho de soja antes de comer
• Motsunabe - vísceras de vaca, hakusai (bok choi) e vários vegetais são cozidos numa base leve de sopa
• Kimuchinabe - similar ao motsunabe, tirando a base kimuchi usando carne de porco finamente fatida. Kimchi é um prato tradicional coreano, mas também se tornou muito popular no Japão ,particularmente no sul da ilha de Kyushu, que é próximo da Coreia do Sul
• Oden
• Nikujaga, uma versão japonesa de estufado de vaca
#Sashimi (Carne ou peixe cru):
Sashimi são alimentos crus, finamente cortados e servidos com um molho no qual os alimentos serão mergulhados antes de consumidos. Tem acompanhamentos simples como as algas; geralmente os peixes ou o marisco servem-se com molho de soja e wasabi. As variações mais menos comuns incluem:
• Fugu: Peixe-balão venenoso fatiado, (por vezes letal). Uma especialidade tipicamente japonesa. O chefe responsável pela sua preparação tem de ter uma especialização (curso obrigatório) pois pode colocar em causa a vida dos seus clientes.
• Ikizukuri: sashimi vivo
• Tataki (ja: たたき): o atum da espécie Katsuwonus pelamis, vulgarmente conhecido por "Bonito" ou, em inglês, skipjack, que pode ser servido como prato principal em bifes levemente grelhados no carvão (só para caramelizar o exterior) e depois devidamente fatiado, ou então em cru finamente cortado temperado com chalotas, gengibre ou pasta de alho.
• Basashi (ja: 馬刺し): o sashimi da carne do cavalo, chamado às vezes de sakura (桜), é uma especialidade regional em determinadas áreas tais como Shinshu (prefeituras de Nagano, de Gifu e de Toyama) e Kumamoto.
• Rebasashi: geralmente fígado da vitela, completamente cru (a versão típica é chamada aburi (あぶり)), mergulhado geralmente em óleo de sésamo temperado de sal e por fim o molho de soja.
• Shikasashi: o sashimi da carne de veado, uma iguaria rara só acessível em determinadas partes de Japão. Acredita-se que exista o risco do contágio de hepatite aguda pela ingestão de carne crua do animal.
#Sushi (bolinhos de arroz temperado):
Sushis são bolinhos de arroz temperado, recheados ou cobertos com peixes, frutos do mar, vegetais, frutas ou com ovo.
• Chirashizushi - sushi em tigela ou travessa
• Inarizushi - casquinha de tofu rechado com sushi
• Makizushi - sushi à rolê embrulhado com algas
• Nigirizushi - sushi modelado à mão
• Oshizushi - sushi moldado em prensa
• Narezushi - sushi à moda antiga
• Temakizushi - sushi enrolado à mão
MÚSICA:
O hogaku prazo, ou a música tradicional japonesa, significa literalmente "a música de seu próprio país." A maioria dos dicionários definem a música hogaku como um termo geral para a música, que inclui Gagaku japonês, que pode ser descrita como a música da corte imperial, Shomyo cobrindo cânticos litúrgicos em budista música e canções folclóricas. Hogaku No entanto, em muitos casos, não inclui a música Ainu ou a música de Okinawa. Atualmente no Japão, estão expostos diariamente a música de diferentes países e culturas, e hogaku é apenas uma pequena fração disso. A origem da história da música japonesa retrocede ao período anterior a Cristo. Nas escavações antropólogos chegaram a encontrar instrumentos de percussão, de corda, etc. A história da música popular no Japão é rica e variada. Muitos estilos musicais foram trazidos da China há mais de 1000 anos, e foram reformulados para se agregar aos estilos da cultura japonesa.
Vejamos:
Antes do século V, a música nativa consistia em poemas recitados (chamados reyei e imayo), os épicos e as canções sociais (chamados kume uta e saibara). Além destes, também existia o Kagura (música dos deuses), melodías religiosas do Shintoismo.
MÚSICA TRADICIONAL JAPONESA
Esse termo é aplicado à variedade de tipos de músicas tocadas no Japão desde os tempos remotos até 1868. A música tradicional japonesa pode ser dividida, a grosso modo, em Clássica e Folclórica.
MÚSICA CLÁSSICA JAPONESA
A música clássica compreende desde o gagaku - elegante música da corte tocada nos tempos antigos, até as manifestações datadas de 1868, quando o Japão emergiu do isolamento feudal, incorporando, incorporando elementos da música ocidental.
Normalmente, o que é entendido por "clássico", engloba músicas compostas entre o século XVI e XVIII, notadamente para o shamisen, koto e shakuhashi. Na transição da era da corte para o governo militar surgiu a música composta especialmente para o teatro Nô, cuja estrutura melódica e rítmica influenciou a música japonesa contemporânea.
MÚSICA FOLCLÓRICA
Igual ao Brasil, cada região do país tem suas músicas folclóricas, a maioria constituindo-se de canções associadas aos acontecimentos religiosos e sociais ou ao cotidiano. Destacam-se também as belas canções infantis. Freqüentemente, a música folclórica japonesa está dividida em estrofes e possui refrões repetitivos. Em algumas regiões, a entonação segue o dialeto local. Os temas, geralmente, estão relacionados ao amor, aos fenômenos naturais, desastres e outros eventos representativos.
A história da música japonesa está entrelaçada com a sua origem etnológica. Não se sabe ao certo, mas achados arqueológicos demonstram que o povo japonês foi derivado de várias outras nações como a China, Coréia, e principalmente a Mongólia. Antes da chegada desses imigrantes, o arquipélago era povoado por aborígenes denominados Ainu.
Povo ainu
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Inicialmente,
a música mais antiga era apenas folclórica, sendo outros aspectos mais
complexos e clássicos a música japonesa derivados de povos isolados como
chineses e coreanos. Crônicas do século III da dinastia chinesa Wei conta sobre
inúmeras visitas ao arquipélago japonês com o objetivo de transmitir a música,
dança e cantos para cerimônias fúnebres.
Um dos
achados sobre a música japonesa são as estátuas de Haniwa. Nas tumbas
são encontradas zithers, tambores e outros instrumentos de percursão, assim como
grupos de estátuas de pessoas cantando.
Adicionalmente,
foi encontrado o Dohtaku, um tipo de sino. Outro achado é o kumeuta.
Este tipo de música estava associado a um grupo de guardas do palácio, chamados
de kume, que eram ligados ao suposto primeiro imperador do Japão, Jimmu.
Dohtaku
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Com as
reformas de Taika (645 – 650, considerado o período da introdução do budismo
chinês) o estado foi centralizado como forma de governo e dentre as medidas,
estava a inclusão de Cerimônias da Corte. Com isso, durante o século VI,
escolas chinesas de música foram enviadas ao Japão a partir do porto de
Paekche, um reino ao sudoeste da Coréia, que foram responsáveis pela introdução
da música da corte no Japão, o Gagaku, e do teatro com máscaras,
denominado Gigaku.
Gagaku
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Gigaku
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Dentre as
primeiras narrativas literárias do Japão, estão o Kojiki (712 a.c.) e Nihon
Shoki (720 a.c.), que possuem um cunho mitológico. O Kojiki é o
livro mais antigo sobre a história do Japão e nelas estão contidas
aproximadamente 200 poemas, todos cantados e escritos em puro chinês, onde
estabelece a família imperial como alicerce da origem do povo japonês. Neles
estão descritos que a nação japonesa foi fundada em 660 antes de Cristo por um
imperador descendente de Amaterasu, deusa do Sol, dando à família imperial a
posição de descendentes do Deus Sol.
O Nihon Shiki inicia os primeiros capítulos contando sobre a era mitológica dos
Deuses, mas descreve e estabelece principalmente o sistema estrutural de
governo, política externa, hierarquia religiosa e ordem social interna.
Trecho do
Kojiki
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O período
Heian (794-1185) é descrito como o período de ouro da cultura japonesa.
Nesta era observamos que a cultura chinesa começou a ser assimiliada e
modificada. Com o enfraquecimento do poder do imperador e o início da força dos
clans (consolidação do clan Fujiwara), a expansão territorial (as tropas
imperiais expulsando o povo ainu ao norte do Japão), a nobreza ganhava força e
vimos aqui o início e grande força da importância da riqueza cultural, que
virou sinônimos de status.
Nesta época,
surgiu o conto talvez mais antigo da história japonesa e mundial, que envolvia
dois clans muito importantes na época, Minamoto (conhecido como Genji) e Taira
(conhecido como Heike). Apesar da vitória do clã Taira em 1185, vários
contos surgiram nessa época e também a imagem do samurai que conhecemos até
hoje.
Ilustração
de Genji Monogatari
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Nesse
período surgiu o Genji Monogatari, escrito pela escritora Murasaki
Shikibu. Este é considerado a primeira novela escrita no mundo. Em termos de
música, o conto descreve várias cenas musicais. Neste conto, pessoas
consideradas refinadas tocavam pelo menos um a dois instrumentos musicais e
o personagem principal se apaixona por uma instrumentista de koto.
A música
continuou tendo influência chinesa, mas os instrumentistas eram praticamente
japoneses (e não só estrangeiros como anteriormente). O gagaku (música da
corte) adquire uma forma mais instrumental e o biwa (instrumento
parecido com um alaúde) se populariza, onde o músico toca o instrumento e conta
histórias e sagas heróicas.
Biwa
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Principais instrumentos: BIWA, o KOTO, SHAKUHACHI e
SHAMISEN
Biwa, o koto e o shakuhachi foram importados da China e introduzidos desde cedo
no Japão. Mais ou menos no séc VII foram importados os principais instrumentos
para a interpretação do Gagaku. O shamisen surgiu na ilha de Okinawa por volta
do séc. XVI. A combinação dos intrumentos musicais formariam a essência da
música tradicional japonesa.
Biwa – É um instrumento de quatro cordas em forma de pêra. Na música da corte,
o Biwa exerce um papel importante como instrumentos de interpretacão do Gagaku.
Ainda que seja um instrumento que não se utiliize sozinho, existem informações
de que atores-sacerdotes o usaram para acompanhar as histórias que recitavam.
No séc. XIII o trabalho mais destacada era o repertório de “Heike Monogatari” –
A Lenda (Mitologia) Heike, lendária história da caída do clã militar Tairapelas
mãos dos Minamoto.
Koto – É um instrumento de madeira com 13 cordas. Mede entre 1,6 e 2 m de
comprimento e cerca de 20 cm de espessura. Em sua origem era um instrumento de
5 cordas, com 1m de comprimento. No período Nara ele adquiriu sua atual
configuração. As cordas se tocam com uma espécie de ganchio que se coloca no
polegar e nos dois primeiros dedos da mão direita;a mão esquerda exerce papel
na modulação do tom das cordas.
Shakuhachi – ë a famosa flauta de bambu, referência da música tradicional
japoensa. Tem quatro saídas de som na parte anterior e um na parte posterior.
Essas cinco saídas são suficientes para produzir uma gama completa de sons,
conhecidos pelo seu caráter comovedor. Ao final do séc. XVII essa flauta foi
adotada pelos sacerdotes do zen-budismo que estabeleceram a sua interpretação
como uma disciplina espiritual.
Samisen – Esse instrumento se parece com uma guitarra, com um pescoço comprido
e fina, e um cirpo pequeno e retangular, coberto com couro. Possui tamanhos
variados e possuem 3 cordas que se ajustam da mesma forma que as cordas de um
violão. As cordas não se tocam com os dedos descobertos, mas com uma espécie de
palheta triangular. Esse intrumento é associado ao teatro kabuki e ao Bunraku
do período Edo.
Iene, a moeda do Japão













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